Recanto Doce
Depoimentos de famílias
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O que as famílias dizem sobre o cuidado que receberam

Estas são as palavras de filhos, filhas e cônjuges que passaram pelo processo de confiar a alguém o cuidado de quem amam.

8+

anos de atuação

340+

famílias atendidas

4,8

avaliação média

91%

de renovação de contrato

Depoimentos de famílias

Palavras de quem viveu a experiência de perto.

AC

Ana Cristina Moreira

Bairro Batel, Curitiba — filha

"Minha mãe tem 83 anos e morava sozinha. Contraí o serviço de visitas de companhia por não saber bem por onde começar. A cuidadora que nos indicaram foi uma surpresa — minha mãe pergunta por ela nos dias em que não vem. Isso diz muito."

Maio de 2025

RL

Roberto Linhares

Água Verde, Curitiba — filho

"Meu pai passou por uma cirurgia e precisava de apoio durante o dia enquanto eu trabalhava. O cuidado diurno atendeu bem. Houve um período de adaptação inicial, normal, mas a equipe nos acompanhou de perto e ajustou o que precisava."

Maio de 2025

MV

Marcela Vieira

São Francisco, Curitiba — neta

"Minha avó tem Alzheimer e a gente estava com muito medo de contratar alguém. A Renata, da supervisão, nos explicou tudo com paciência antes de começar. Não foi perfeito no início, mas o apoio foi constante e hoje estamos muito mais tranquilos."

Junho de 2025

JS

José Sebastião Nunes

Cabral, Curitiba — marido

"Minha esposa ficou hospitalizada e quando voltou para casa, precisava de apoio que eu sozinho não conseguia dar. A cuidadora que o Recanto Doce indicou ficou em regime de moradia por dois meses. A minha esposa gostou muito dela."

Abril de 2025

FC

Fernanda Carvalho

Mercês, Curitiba — filha

"O que me tranquilizou foi a transparência. Desde o começo, explicaram como funcionava o revezamento das cuidadoras no regime de moradia. Quando houve a troca, avisaram com antecedência e apresentaram a nova profissional pessoalmente."

Maio de 2025

TP

Tiago Paiva

Portão, Curitiba — filho

"Quando liguei pela primeira vez, não sabia nem que perguntas fazer. O Paulo me ouviu com calma e foi me orientando. Não senti nenhuma pressão para contratar. Acabei contratando, e foi a decisão certa para o meu pai."

Junho de 2025

Histórias de famílias que acompanhamos

Cada situação é diferente. Estas histórias mostram como adaptamos o cuidado à realidade de cada família.

Dona Lourdes, 79 anos — Companhia que virou rotina

Situação inicial

Viúva há dois anos, Dona Lourdes vivia sozinha no Batel. A filha, que mora em São Paulo, ligava diariamente preocupada, mas não conseguia estar presente.

Como atendemos

Iniciamos com três visitas semanais de companhia, no horário da tarde. Depois de seis semanas, a própria Dona Lourdes pediu para aumentar para cinco vezes na semana.

Como ficou

Em quatro meses, a filha relata que a mãe está mais animada, sai mais de casa e passou a dormir melhor. As ligações de preocupação diminuíram muito.

"Eu estava com muito medo de contratar uma estranha para ficar com minha mãe. Mas foi a Márcia quem me ligou depois de uma semana para saber como estava indo. Isso me surpreendeu." — Carla, filha.

Seu Alcides, 86 anos — Recuperação pós-cirúrgica em casa

Situação inicial

Após uma cirurgia de quadril, Seu Alcides recebeu alta hospitalar, mas não tinha condições de ficar sozinho. Os filhos moravam longe e não podiam se ausentar do trabalho.

Como atendemos

Começamos com cuidado diurno integral nos primeiros 45 dias, com foco em mobilidade, medicação e acompanhamento às fisioterapias prescritas. Comunicávamos os filhos diariamente.

Como ficou

Seu Alcides recuperou a mobilidade dentro do prazo médico. Ao fim da recuperação, decidiu manter o serviço de companhia duas vezes por semana.

"Meu pai é teimoso e eu tinha medo de que ele não aceitasse uma cuidadora. A profissional que enviaram era muito paciente e ele acabou aceitando bem." — Sérgio, filho.

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R. Marechal Deodoro, 615
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Sáb: 8h–13h

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